Informativo Artigos
| Agosto / Setembro 2001 | 1. SEGURO DE OBRAS DE ARTE. Arte, segundo o dicionário da Língua Portuguesa define-se como; "atividades que supõe a criação de sensações ou de estados de espírito de caracter estético carregados de vivência pessoal e profunda (...) A capacidade criadora do artista de expressar ou transmitir tais sensações ou sentimentos". Operando com obras de arte há mais de 20 anos, não se tinha no mercado de artes um produto específico. Fruto de pesquisa para esse público alvo, a Porto Seguro para buscar maior proteção, tranqüilidade e principalmente baratear o custo, criou há dois anos o "Porto Seguro Obras de Arte". Por estar constantemente exposta, uma obra sempre está sujeita a sofrer algum dano como roubo, incêndio dentre outros. O mercado necessitava e era fundamental tê-lo. A aceitação desse benefício em outras Cias. Só é possível desde que o cliente contrate junto com todo seu patrimônio. Já o diferencial do produto da Porto Seguro, ocorre na cobertura de um único quadro ou da coleção completa. Exposições no Brasil ou exterior, museus, transportes das obras e colecionadores, podem contratar este seguro, desde que a obra seja divulgada e catalogada nos órgãos competentes, pois será necessário o parecer de um marchand e do perito da Cia. para avaliar o valor real da obra no mercado. Com obra de arte, como em qualquer outro investimento, você precisa de segurança. O Sinapesp/Aiap, através de sua Diretoria, vem oferecer a seus Associados esta informação. Em sua próxima exposição ou trabalho particular, consulte-nos, sem compromisso, para uma avaliação. Fones: (0xx11) 9325-2048 e 3361-5171, com Gildete Baroni. |
| Agosto / Setembro 2001 | QUANDO MORRE UM ARTISTA: Quando morre um artista aparece mais uma estrela no firmamento. O artista morto se transforma em estrela e brilha no céu como brilhava na terra. Já faziam parte da galáxia o Pacheco, o Caiani, o Quirino, o Aníbal e milhares de outros artistas falecidos. A nova estrela a brilhar é o Vahé e agora Faiga. Os artistas que tanto fizeram para embelezar o mundo, ao morrer, fecha os olhos para as belezas da terra e abre os olhos para as belezas do além. O outro lado deve ser mais belo. Durante a vida, o artista foi adquirindo experiência e, com seu gênio, acrescentou algo mais à obra do Criador; depois de morto vai continuar sua obra exercendo sua arte lá em cima. Com experiência aqui adquirida, com o estilo de cada um, neste momento, com seus pincéis e suas cores mágicas, estão, os artistas convocados, ajudando a embelezar ainda mais a morada do Senhor, assistidos e orientados pelo grande Mestre. Quando, nas noites claras, miramos as estrelas brilhantes da Via-láctea, lembramos desses nossos colegas e amigos que se foram. Saudosos lhes prestamos esta humilde homenagem. Um dia iremos admirar "in loco" a obra que vocês estão realizando e levar um abraço amigo. Até lá, caros colegas. "Rubello" Artista, Professor e Poeta |
| Agosto / Setembro 2001 | DESMISTIFICANDO A ARTE Dizem que de médico e louco todos nós temos um pouco, mas eu diria que, de artistas e louco, todos nós temos, e muito. Não é necessários ser um gênio ou ter Q.I. acima do normal para criar, e a arte é criação. Por que não desmistificar o ato de criar e deixar a imaginação correr solta, devanear? Deixar seus pensamentos extrapolarem a realidade e realmente viajar em alguma mancha na parede, no balançar das arvores ou nas nuvens do céu. Olhe ao seu redor. Certamente haverá algo que mereça sua atenção. Deixe a imaginação transformar essa realidade em outra, acrescentando ou modificando linhas, traços ou conteúdo. Como num toque de mágica, o que você vê se transforma. Você criou usando a imaginação. O artista põe de lado o controle racional e deixa o emocional emergir, projetando o produto de sua imaginação em uma tela, escultura ou em um poema. Ao artista cabe mostrar às pessoas a concepção que ele tem sobre coisas ou fatos que não poderiam ser expressos de outra forma, pois além do valor descritivo do que ele faz, há o simbólico. O artista é livre para transformar, criar, reestruturas a realidade. Através da obra, o artista se desnuda. Por outro lado, para apreciar uma obra de arte, seja uma tela, um desenho e uma escultura, temos que nos despojar de qualquer bloqueio ou preconceito. Para aqueles que dizem "Não aprecio uma obra de arte pois não entendo nada disso" . Olhe as suas cores, suas formas, aprecie a composição, a textura, sinta se ela agrada aos seus olhos e ao seu coração. Olhe e aprecie! É o que basta. Depois diga se gostou ou não. Só o fato de você ter gasto alguns minutos dedicados à apreciação já compensou o fato de a obra de arte existir. A arte esta sendo criada à nossa volta incessantemente, pulsando abrindo nossos olhos, chamando nossa atenção e obrigando-nos a reformular nossa própria realidade a todo instante. Ela é viva e esta em cada um de nós, seja expressando a imaginação de seu criador, seja provocando a reação do apreciador. Um não existiria sem o outro. O ato mágico de transformar o prosaico em algo inusitado e original é o que chamamos de talento. É a busca interminável de mudar, ultrapassar, descobrir e criar o imprevisível. Ao artista deixamos a liberdade de expressão. Ao apreciador leito, a liberdade de apreciação. A interação artista-público se dá no momento em que o apreciador compartilha com o artista a experiência pessoal da criação. Inês Spuras Artista Plástica desde 1984 - Formada em Literatura Brasileira, Portuguesa, Americana, Inglesa e Francesa na Universidade de São Paulo |
| Agosto / Setembro 2001 | POLITICA CULTURAL Os Entraves burocráticos e a Má Vontade O Sinapesp vem desenvolvendo um trabalho em prol do artista plástico brasileiro ou radicado no Brasil, de tal forma que beneficie tanto seus associados ou não associados. Durante longa data houve uma batalha ferrenha para ver reconhecido os direitos do artista plástico, dos direitos autorais, mas... |